Criando uma apresentação perfeita em Power Point.

O Power Point é o programa de apresentação de slides mais popular do mundo, e as apresentações em slide são quase que onipresentes no ambiente acadêmico. Apesar de sua utilidade de facilitar a apresentação de conteúdos, especialistas afirmam que se for mal estruturada a apresentação atrapalha ao invés de ajudar. Por isso neste post mostro algumas dicas para construir uma apresentação perfeita em Power Point (o príncipio é o mesmo para os outros programas de apresentação em slides).

Outras dicas importantes:

  1. Legibilidade: Muito cuidado com esse quesito. Dê o contraste da fonte com o fundo, se o fundo for escuro a fonte deve ser clara e vive-versa. Evite fontes de difícil leitura, como explica o slide acima prefira fontes sem serifas, estas são mais fáceis de ler no tamanho grande. Procure não usar várias cores no seu slide, várias cores dificultam a leitura, ou tiram a atenção dos pontos importantes. Uma boa dica é usar padrões pré estabelecidos dos próprios programas, mas cuidado, muitas vezes, estes padrões não obedecem as regras acima. Tenha bom senso.
  2. Objetividade: Não rodeie, mostra a ideia, os dados ou etc. de maneira objetiva. Evite sair do tema principal do seu trabalho e não fale o que não está no slide, principalmente se forem dados de pesquisas.
  3. Ordem: Os slides devem ter uma ordem clara com começo, meio e fim. É importante tambem que um slide seja a ponte para o próximo. É importante que haja uma introdução(mesmo que breve) e uma conclusão (objetiva).

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Plágio é crime!

images (1)O plágio consiste em assinar ou apresentar uma obra intelectual ou ideia de outra pessoa sem dar os devidos créditos ao seu autor, ou seja, o plagiador se apropria da obra intelectual dos outros, assumindo a autoria da mesma. Mas por que falar deste tema em um blog universitário? Porque muitos alunos usam deste subterfúgio em trabalhos acadêmicos.

Apesar de prática comum em faculdades, no Brasil o plágio é crime com pena de indenização e até de reclusão(são raríssimos os casos). O docente que for pego utilizando do plágio, pode ser suspenso, reprovado, e em alguns casos, expulso da instituição que estuda, além de assinar pra todo mundo ver o seu atestado de incapaz.

Por duas vezes presenciei casos de plágio na faculdade em que eu estudava. No primeiro, a professora foi até branda na punição, dando apenas um 0 para os estudantes que cometeram o delito, mas na segunda vez uma colega que estava prestes a se formar, teve que adiar a formatura e refazer todo o seu TCC.

Mesmo a maioria dos estudantes não vendo mal em copiar partes de obras, é importante citar a referência do autor, dar por direito os créditos ao dono da obra. Outro erro que a maioria dos alunos cometem, é de achar que o professor não vai saber que é plágio, mas não se engane, a maioria dos professores conhecem as fontes de onde alguns docentes ingênuos tiram o seu material.

O melhor mesmo é fugir do plágio, é pesquisar de várias fontes e a partir dessas construir o seu próprio argumento sobre o tema. Se no seu trabalho você precisar usar como base a obra de outra pessoa, não esqueça de fazer referência ao autor. Como eu disse anteriormente, quem plagia algo assina o seu atestado de incompetência, e o pior que alguém pode querer é que o mercado o conheça como o incapaz que copiou a obra alheia.

por Willy Renan

Imagem: Olhar Atento

Escolas matam a criatividade, as universidades também!

Abaixo temos o vídeo de uma das melhores palestras que eu já assisti na minha vida. Primeiro, o palestrante consegue falar de uma assunto sério sem ser chato; Segundo, a maneira como ele aborda o tema, a construção da retórica e outros aspectos são extremamente elucidantes. Veja abaixo o vídeo:

Como podemos ver o professor Robinson aborda como o nosso sistema educacional, aí incluem-se as universidades, mata a criatividade e o talento das pessoas. Segundo o professor (opinião compartilhada por mim também), todos nascemos criativos, porém o sistema educacional, como se fosse uma linha de montagem que nos padroniza, matando a individualidade e possíveis talentos notáveis que não se encaixaram nas premissas do sistema.

Nas universidades e faculdades, com exceção de poucas, o sistema segue o mesmo, ou seja, um modelo industrializado de ensino que pouco se discute a criatividade e pouco se potencializa outras características do docente. Poucas vezes somos levados a imaginar, quebrar paradigmas, na maioria das vezes somos reféns de um modelo secular de ensino.

Veja bem, não estou afirmando que a universidade não é importante, mas a instituição, com exceção de pouquíssimas, anda defasada. Citando um exemplo, quantas universidades de comunicação possuem excelência em comunicação digital ou empreendedorismo? Lembro-me que a faculdade que eu estudei, só tinha uma matéria, e ao invés de forcarmos estratégias interessantes de marketing digital, aprendemos formatos de banners, coisa que poderíamos aprender em uma simples apostila. De qualquer forma, infelizmente essa é a realidade de muitas instituições de ensino e não fica restrita ao curso de comunicação. Até cursos de menor abertura no quesito tecnologia e inovação seriam beneficiados com a mudança de visão. Já imaginaram qual o impacto positivo de uma plataforma digital que mostrasse uma simulação de um conflito histórico para os alunos de um curso de sociologia por exemplo, ou o a construção de um projeto arquitetônico coletivo para áreas degradadas? Com a tecnologia de hoje tais exercícios são possíveis (falarei disso em um outro post).

Outro ponto é o professor. Não que seja culpa dele, mas ele também faz parte de um modelo de ensino arcaico. Ao invés de ser um instigador e motivar os alunos a fazerem as suas descobertas, de debater sobre o tema e em cima do debate pontuar, de orientar quanto aos caminhos do saber, muitos professores (não todos, pois existem os diferentes) tem a postura de detentores do saber, dos guardiões do verdadeiro conhecimento e que pouco abre-se espaço para debates e principalmente contestações.

Vivemos no século XXI, no século onde revoluções tecnológicas e digitais são rotineiras e nem causam mais espanto. Onde o engajamento e o Crowdsourcing podem ser alternativas viáveis de compartilhamento de conhecimento. E nesse aspecto as instituições de ensino superior ainda engatinham. Por exemplo: As suas aulas online deveriam servir como gatilho para debates em sala de aula e não como material complementar. E ao invés de focar demais na teoria, que se equilibre com o conhecimento prático, a descoberta.

Novos tempos necessitam de novas soluções, nunca se falou tanto em criatividade quanto hoje, então nada mais natural que a universidade quanto templo do conhecimento acadêmico/científico acompanhe essa tendência e transforme-se no novo modelo de educação, primando a criatividade, a diversidade de pensamento e o desenvolvimento das ideias.

por Willy Renan

 

Ensaio sobre a cegueira, a obra que te faz enxergar o real sentido da vida

Capa livro cegueira

Olá jovens, após ter lido o livro “Ensaio sobre a cegueira” no ano passado, resolvi finalmente assistir o filme dirigido por Fernando Meirelles retratando o famoso drama escrito por José Saramago. Bom, o filme para mim deixou a desejar, eu vos aconselho a se esbaldar na interessantíssima leitura do livro, e desde já, tenho a felicidade de falar desta encantadora obra que me levou a repensar sobre muitos fatores que envolvem a vida de todos nós.

Atenção contém spoilers

Tudo se inicia com um homem que inusitadamente fica cego no trânsito, no entanto, a cegueira não é comum, trata-se de uma cegueira branca, assim descrita por todos que inevitavelmente são infectados por tal contágio, exceto a mulher do médico oftalmologista, demonstrando de maneira irônica o quanto o mundo material, as razões científicas comprováveis e a posição social de uma pessoa não significa nada perante a carência de valores invisíveis, porém altamente responsáveis pelo desenvolvimento da humanidade. Então você me pergunta, afinal, que valores são esses? E eu vos respondo com uma palavra, a palavra que movimenta tudo, seu nome é “amor”.

Sem amor seremos apenas meros “robôs” manipulados 24 horas pelo tão cobiçado capitalismo. Antoine Saint-exupéry na obra “O pequeno príncipe”, expõe o seguinte pensamento: “ O essencial é invisível aos olhos”, sim é este pensamento que Saramago apresenta, fazendo com que possamos visualizar que a ausência destes princípios essenciais estão nos deixando cegos pelo dinheiro. O caos manifestado no total descaso dentre cegos impossibilitados de exercer suas antigas funções, a pequenez da beleza exterior diante do infinito poder da interior, o que nos faz enxergar de verdade o que é importante e válido para a nossa evolução. Eu vos indico mais do que nunca esta leitura extremamente inteligente que com certeza irá abrir os seus olhos para o que há de mais admirável na vida, pois como Saramago diz no livro: “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”.

jose-saramagoO Autor

José Saramago foi um dos grandes escritores contemporâneos de língua portuguesa, ganhando inclusive o Nobel de literatura em 1998 e o Camões (maior prêmio para escritores de língua portuguesa) em 1995. Além de um talentoso escritor, Saramago também era um atuante crítico da política e da religião. Comunista convicto, por muitas vezes criticou o estado. Saiba mais sobre José Saramago.

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“Inté” pessoal.

Ahhh Cerveja

O blog não morreu gente. Na verdade por problemas técnicos ficamos um tempo sem atualizá-lo, mas já tá tudo nos conformes e vamos ao que interessa, mais um post para vocês caros jovens.

Ela é presença quase obrigatória nas festas dos universitários, regando momentos de descontração, sempre uma boa pedida quando se está entre amigos, é só não exagerar. Abaixo você confere um infográfico com a história dessa iguaria milenar.

infografico-cervejaSe beber não dirija.

Kibado por Willy Renan do: Testosterona

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Como ficar incrível no baile de formatura

baile-formatura

Essa semana eu recebi um pedido especial. Fazer uma consultoria de estilo para o look da festa de formatura da lindíssima e futura Matemática Paula Cristina. Por este motivo, resolvi deixar aqui algumas dicas sobre o assunto, pois a grande procura das pessoas pelo meu trabalho tem sido essa, afinal, quem não quer chegar elegantíssimo dentro de um traje fino no tão esperado baile de formatura?

Em primeiro lugar, para estar elegante e sentindo-se bem, é necessário adequar o modelo da peça ao seu corpo. Então se liguem nas dicas mostradas abaixo:

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Existem vários tipos de corpo, qual o seu?

Tipos de corpoÉ bem fácil assimilar mulher, basta você ter consciência do modelo do seu corpo. Se o seu é o triângulo invertido, use um vestido com mais volume da cintura pra baixo e lembre-se de acentuar a silhueta.  Se é pera, use peças que criem volume na região dos seios e dos ombros. No caso do corpo modelo ampulheta, você pode abusar na peças mais justas e valorizar as suas formas. Já no caso do corpo retangular, o ideal é usar vestidos ou saias acompanhadas de corselets que criem curvas e volumes nos quadris e para você que tem um corpo no modelo losango ou oval, aposte nos vestidos soltinhos pra baixo e evidentes na parte de cima, o correto é não marcar a barriguinha.

Para eles:

Para os homens, a regra é básica porém faz uma grande diferença, ajuste o seu terno de forma adequada para que não fique folgado, nem apertado.

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Bom, espero que tenham gostado, aguardem as próximas postagens, lindas surpresas estão vindo por aí, até mais!

por Tainah Chaves

Penso, logo existo…

Esta é a cara do designer/publicitário quando o cliente começa a dar ideias.

Esta é a cara do designer/publicitário quando o cliente começa a dar ideias.

…das dificuldades de ser publicitário, uma das piores está na venda de uma logo. Lembro que nos tempos de faculdade tive aulas e conselhos determinantes para minha carreira. Em uma delas, um professor muito disposto disse em alto e bom som para toda turma: criar, depois de um tempo fica fácil, agora põe o material em uma pastinha e sai pra vender na rua pra vocês verem o que acontece…

Naquela época eu nem imaginava o quanto seria complicado. Eu não sei onde as coisas começaram a dar errado, mas ainda me pergunto porque é tão difícil vender uma logo sem que a pessoa resolva soltar o “seu lado criativo” ou “seu lado miserável” pra cima do trabalho?

Você passa anos estudando cores, fontes, formatos, designs, proporções e tudo que vier, mas nada parece ser suficiente, ao gosto do cliente, ainda mais quando ele também não sabe exatamente o que quer e pede a opinião de pessoas que passam pela sala, em uma reunião que começou de forma privada.

Imagina o que é você passar dias pensando e desenhando a logo dos sonhos, dentro combinado no brienfing, em seguida você pede opinião de dois amigos da área, imprime em papel couché brilhoso 120g, faz o mesmo com a papelaria – pra impressionar o cliente -, veste aquela roupa que você usaria em seu casamento, chega antes do horário da reunião – marcada de forma espremida na agenda do cliente, como que pra te despachar logo -, e antes de entrar, veste aquele sorriso de vencedor.

Ele olha com cara de impressionado, não comenta nada, pois precisa de um tempo pra assimilar tudo aquilo, sabe que ela tem uma personalidade, é única. Depois de um ou dois pigarros, comenta que gostou, vem os elogios, tapinhas nas costas, parabéns repetidas vezes até que ele ou qualquer outro resolva “botar as asinhas de fora” e começar o carnaval, cores são misturadas sem relação, fontes são trocadas pra ficar parecido com o da concorrência, você retruca, mas parece em vão, ameaça levantar como forma de protesto, mas parece que aquele desenho barbaramente atacado não pertence mais a você, agora ele é propriedade intelectual de outro e daí é só um passo para que alguém possa dizer “Olha lá essa logo fui eu, fui eu que fiz! É ideia minha, sou muito criativo!”.

Você volta pra casa acabado, como quem veio do primeiro exame de próstata, e já com a gravata e cabelos desfeitos deita na cama e passa a noite imaginando porque ninguém discorda de um médico, de um advogado, mas que na sua área sempre esbarra em um engraçadinho que realmente acredita saber tanto quanto – ou até mais – que você a respeito da concepção de uma logo.

Penso, logo existo… Porra foi o René quem disse isso! O filósofo, matemático e francês que chegou a essa conclusão após duvidar da sua própria existência, mas que a comprovou ao perceber que poderia pensar e, desta forma, como ser pensante, inevitavelmente, existiria.

Nem tudo funciona desse jeito, já tive a sorte de apresentar logos que foram aprovadas “de prima”, porém o orçamento foi outra porta que tive na cara. Segundo a tabela das agências do Estado do Pará, a criação de uma logo fica por volta de R$ 5 mil, então você pensa: como não sou uma agência posso dar 50% de desconto, mas sejamos honestos, quantas pessoas podem pagar isso para criação de uma logo?

Chegar com um orçamento desses é no mínimo ouvir um “vou pensar e te retorno”, traduzindo, “não vai rolar mesmo”.

Se você tiver um pouco de sangue frio, vai aceitar aquele choro pra abater todas as despesas de funcionários, luz, telefone e internet que o cliente alegarará que você não paga por ser freelancer. Também vai ter que estar preparado pra ouvir que ele já investiu muito em funcionários, maquinário, reforma do prédio, da fachada, compra de móveis, despesas com impostos e quando ele está começando o empreendimento, tudo pode ficar ainda pior porque o nível de compreensão sobre a importância de uma logo pode ser ainda menor, ao ponto dele decidir que vai pedir ao sobrinho (que não é designer ou publicitário) para fazer a logo no Corel! Nesse momento, só resta mesmo um aperto de mão e os mais sinceros desejos de boa sorte.

No final, acredito que a grande questão disso tudo é saber negociar, não dá pra chegar sempre com o “pé na porta” e pedir o que acha que pode só porque você é criativo, cada cliente terá o seu teto de investimento, o qual deverá ser respeitado, o que não dá pra respeitar é o favorzinho ou o sobrinho “que mexe no Corel”. Ser publicitário não é apenas conhecer os dois lados da moeda, e sim saber dos seis lados de um dado, ficar atento a tudo: vendas, negociação, mercado, tendências, perfil do empreendimento e, claro, o seu toque de criatividade. Somente quando se atenta para isso é que você terá maturidade pra criar uma logo e saber vender por quanto ela vale. Já pensou na logo? Agora dá um jeito de negociar pra que ela exista!

por Antonio Carvalho

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